sábado, 11 de fevereiro de 2012

Matar saudades...

O post de hoje vai ter como tema "Matar saudades", por duas razões: a primeira, porque já não vinha cá há imenso tempo e, como tal, matar umas saudades da escrita, e vossas, claro. A outra razão é para vos relembrar para matar saudades das pessoas que vos são queridas. Por mais ocupados que estejamos, temos e devemos de arranjar sempre um tempinho para os outros, pois eles são grande parte do nosso bem-estar.
Depois de um semestre intenso recheado de stress, trabalho e frustrações, finalmente chegaram umas férias e, ainda bem que assim é, pois assim tive a oportunidade de estar com a minha ex-turma (teoricamente, pois se me perguntarem a minha turma, o meu pensamento retorna para eles, mas não todos...anyway)...Da primeira vez, almoçamos todos juntos e fomos até à Baixa do Porto, fazer umas comprinhas e sermos "cortejadas" por um palhaço ahah, e ainda uma visita à nossa escolinha (falo como se fosse a primária, mas em comparação com uma faculdade, sim, parece uma)...Já esta semana,juntamo-nos novamente, mas desta vez, com a excelente companhia da nossa querida professora de Psicologia. Foi um lanche/jantar e, para provar como estes momentos são inesquecíveis e incrivelmente rápidos, posso dizer-vos que eram 21h quando cheguei...Sim, são momentos simples, sem dúvida, mas são também muito bons, porque pudemos dar-nos ao luxo de esquecer o dia-a-dia, por meros instantes, e sentirmo-nos bem e talvez, um pouco mais infantis. Bem, como tenho que ir jantar, vou ter que ser breve na despedida, portanto, a mensagem que queria deixar era: Passem bons momentos, divirtam-se e aproveitam as amizades, porque são estes convívios que as fortalecem para uma vida, pelo menos assim espero :)
Bem, tenho meeessmooo que ir, por isso, queridos bloguistas, bye bye e até um próximo post.
Beijinhos "melosos" ehehe

quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

Pensar dói, por vezes mais vale agir

Nestes últimos dias, tenho andado com as minhas famosas crises de sinusite, portanto, como isso me deixa de cama/sofá, vou pensando na minha vida e o que fazer com ela.
Não sei se isso é bom ou não, mas depois de meses a pensar e a tentar arranjar a melhor solução, cheguei à conclusão que, quanto mais se pensa, mais confusa se fica e menos decidida também. Portanto, decidi agir!
Tenho que me desprender do medo, do medo de falhar, do medo que nos atinge quando estamos prestes a dar um grande salto. Esse medo é aquele que nos retrai e que nos impede de fazer algo, que nos proíbe de mudar de direcção. É uma sensação que nos deixa impotentes, mas também é uma sensação, que depois de vencermos, desaparece e no seu lugar aparece o orgulho e a felicidade. São esses que quero sentir, são esses que quero que me caracterizem e me definam.
Ao falarem de mim, quero que estas são as palavras que sobressaiam e, para isso, tenho que agir, tomar uma atitude, não é?
Pois, parece que sim.
Mas admito, tenho medo. Muitas das decisões da vida fazem-nos ganhar e também largar algo, pois quanto mais queremos agarrar tudo, mais perdemos e com nada ficamos.
Podemos, talvez, comparar a vida a uma aposta em que a decisão funciona como a moeda: tem dois lados, a cara e a coroa - não que uma destas represente a decisão correcta e errada, pois na vida não decisões consideradas boas ou más, há apenas decisões, e é com elas que teremos de viver - e como cara e coroa que temos na mão, ao lançá-la, só uma ficará com a face voltada para cima, isto é, quer queiramos, quer não tivemos de largar uma escolha.
Eu sei que não é fácil, pois eu sou a primeira a admitir que gostaria de ter a hipótese de ter todas as cartas e todos os trunfos não mão, mas sei que não posso, e por isso faço uma opção. Infelizmente, ninguém me garante se fiz bem ou não, mas já tive a prova de que existe mesmo a dicotomia razão/coração, e por mais que eu queira e goste de seguir e razão, o dever, a obrigação, o coração fala mais alto e é nessa altura em que ele nos diz que caminho seguir.
Sei que pode soar a muita fantasia e contos de fada, mas pela primeira vez acho que consegui perceber a expressão "Ouve o que o teu coração diz". É certo e sabido que o coração (aquele que nós conhecemos) é apenas um músculo que nada mais faz do que bombear todo o sangue que lhe chega para todo o corpo, mas o coração, aquele que quando não se sente feliz com as escolhas que a cabeça faz, interrompe toda a razão e berra bem alto o que sempre quis e nós não temos outra alternativa se não obedecer.
Posso falhar, e certo, porque já falhei muitas vezes...Mas quero acreditar que consigo, que consigo mudar de direcção, mas o medo de falhar está lá...

Mas...vou mandar o medo dar uma curva, porque eu sou eu, e eu consigo, porque acho que, se não conseguisse e não acreditasse em mim, não teria escrito tudo isto.

So, you better prepare yourself, because the fearless me is coming!


 Nunca gostei de correr riscos, mas quem sabe se não será a melhor decisão?

terça-feira, 3 de janeiro de 2012

Ano novo, vida nova

É o que se costuma dizer sempre que mais um ano chega.
Mas será verdade? Conseguiremos nós transformar a nossa vida só porque um simples ano mudou?
Não digo que não queiramos, por muitas vezes é o que mais desejamos. Mas será possível?
Com a chegada do novo ano, arrisco dizer que quase todas as pessoas cumpriram todos os "passos" para que os seus desejos se tornassem realidade e, eu não fui excepção!
Mas até que ponto é que isso pode ser verdade? (Normalmente costumo ser muito mais positiva do que isto, mas há dias e dias, não é verdade?)
Este ano só quero mudar um aspecto na minha vida, só um e, no entanto parece tão difícil e tão improvável que não sei bem no que acreditar: se nos sonhos ou na realidade que se apresenta à minha frente.
Quero mesmo muito mudar o rumo da minha vida profissional, e como quero isso, desmesuradamente talvez, fico confusa, porque tento dar ouvidos a todas as vozes da minha cabeça, que ponderam os prós e os contras e que, começam a chatear-me demasiado!
Não sei que lhes faça, não as posso ignorar...Tento recolher o máximo de informação de onde posso, mas talvez toda essa "informação" me sobrecarregue...
Não sou pessoa de desistir, mas e se não tiver outra hipótese se não essa? Tenho que tomar uma decisão. Porque não consigo?
Em breves linhas, não sei a quê ou a quem dar ouvidos e isso consome-me.
Em 2012 quero dar um rumo a isto. Preciso mesmo de o fazer, só ainda não descobri a melhor maneira...
Alguém ma diz? Alguém?

Tantas indecisões e nenhumas respostas...

2012, peço-te que me dês umas luzinhas, umas pequenas direcções. Ficava-te imensamente agradecida.
Na esperança que realizes o meu pedido...

Obrigada!

Esta música inspirou-me e de certa forma, deu-me um empurrão para continuar...mas...

quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

Pensamentos e frustrações de uma vida

Apesar de não ser assim tão velha quanto isso (quase a alcançar as 2 décadas de vida), a verdade é que já aprendi muito e cresci. Posso afirmar que não da maneira mais fácil, mas mesmo assim, sempre entendi essas lições de vida como uma maneira de me poder tornar numa pessoa melhor e aprender com os erros cometidos.
Já que algumas dessas lições com que eu cresci eram de natureza profissional e escolar, sempre pensei e tive como objectivo conseguir alcançar um bom futuro profissional. E este desejo já vem desde muito pequena, pois neste aspecto, sempre tive fortes convicções do que queria e sempre lutei por isso.
Acontece que, e a razão não sei, é que tudo o que eu esperava alcançar parece afastar-se de mim dia após dia.
Era supostamente nesta altura da minha vida que deveria estar mais segura acerca daquilo que quero para mim, aquilo que me dará uma segurança profissional, que mais tarde me deveria deixar "partir" para outros projectos da minha vida, nomeadamente a minha vida pessoal.
Pois bem, nada disso está a acontecer. A segurança que eu deveria ter como garantida não a tenho, os objectivos que sempre tive bem definidos parecem desvanecer-se a cada dificuldade que me aparece pela frente. A simples pergunta "O que queres fazer no futuro?" parece-me uma dilema de sete cabeças. Não tenho resposta para ela, não consigo.
A frustração é tão grande, a calma que era uma das minhas características desapareceu por completo. De repente, apodera-se de mim uma tonelada de sentimentos, mas quase todos eles negativos e pessimistas.
Na minha cabeça ouço vozes de incerteza "O que vou eu fazer da vida?", "Porque não me decido?", "Porque é tudo tão complicado?". E como reajo a estas vozes? Simples, apenas me deito e tento adormecer, na esperança que o dia da amanhã seja mais risonho e me traga uma pequena dica para solucionar todas estas questões.
E o que acho incrível em mim é o facto de ainda não ter desistido...Uma parte de mim só deseja esquecer o mundo, mas no dia seguinte e outra parte de mim (aquela que eu pensava nem existir) consegue levantar-se e continuar a lutar. Luta e luta...Dou-lhe valor porque essa minha versão nunca se dá por derrotada e eu não sei como.
Quase sempre pus a minha vida escolar e profissional à frente porque no meu pensamento, essa entrega e dedicação iriam compensar um dia, mas isso não está a acontecer.
Tento procurar soluções infinitas, recorro a todas as fontes para puder encontrar o caminho certo e o que me sucede? Sucede que, com várias opiniões e ajudas começo a ficar confusa e sempre que tenho uma expectativa de que é agora que vou começar a encaminhar-me, aparece algo ou alguém que, majestosamente, pega num balde de água fria e despeja-o pela minha cabeça...
Mesmo que magoe, eu agradeço a sinceridade e as palavras verdadeiras. Prefiro isso a uma simpatia falsa, com a qual já me deparei imensas vezes.
E no final, continua na mesma, sem saber o que fazer, volto à estaca zero. É a isto que a vida se resume? A um ciclo viciante, que quando finalmente ganhamos uma réstia de esperança volta ao ponto de partida, só que cada vez que "caímos" o ponto de partida vai ficando cada vez mais baixo e mais pequeno?
Não sei, só sei que preciso que algo me puxe para cima. Um sonho? Era óptimo, mas é um que parece inalcançável e já não sei se me continue a agarrar a ele...


Não é por ser o cantor que é, mas a música diz tudo: Up!

terça-feira, 20 de dezembro de 2011

Liberta-te!

Este é capaz de ser o primeiro post em que realmente faço jus à imagem de fundo deste blogue: o descanso, a calma, a paz de espírito e o bem-estar pessoal!
Talvez sozinha não chegasse a essa conclusão tão preciosa: é preciso libertar a alma e o espírito de vez em quando, porque se não nunca conseguimos estar bem connosco...é bastante complicado quando o nervosismo e o stress se apodera de nós...é desgastante...
Mas nada que umas férias não ajudem, não é verdade? :)
A verdade é que estou a precisar de atingir a minha paz anterior e libertar-me de tudo isto que me tem prendido de forma tão intensa...
E basicamente é isso que pretendo nestas férias...descansar e tentar atingir uma certa paz e calma, que nestes últimos meses não têm passado por mim.
Um yogazinho? Sim, porque não?
Umas massagens? Gostava sim...
Enquanto isso, delicio-me com umas imagens que transmitem tudo o que quero sentir agora :)

Inside piece, that's what I've been looking for...

domingo, 11 de dezembro de 2011

Adoro isto...Adoro!!

O titulo é completamente irónico, já agora!
E para vos preparar, aqui vem um post em que liberto tudo o que me pressiona para sair...Não podemos ser sempre calmos e perfeitos, sem nos saltar a tampa de vez em quando.
Supostamente, esta fase já tinha passado e já não me lembrava como era estar no mesmo lugar que pessoas indesejadas, mas acontece que, por destino ou não, ontem dei de caras exactamente com a mesma pessoa de quem estava super feliz por não ver em meses! Ah, e a coincidência, tinha mesmo acabado de falar nela, do género: "Espero que não apareça cá" e mal viro a cara para o lado uma expressão me passa pela cabeça: "A falar no diabo e ele aparece". Indeed, my friend!
Mas, de vez em quando lá aparece o karma e fazer das dele!
Mas, falando daquilo que eu adoroooo, é quando as pessoas não vêm o seu cisco nem que seja como um trambolho! Muitos não conhecem esta expressão, mas passo a simplificá-la para vocês, ou seja, quer dizer que as pessoas criticam e criticam mas não reparam em si e no que fazem. Voltando à expressão, têm um cisco muito maior que todos os outros mas ainda assim se sentem do direito de reclamar e de se autogloriar, como se fossem os maiores da cantareira...well, you're NOT!
Não me venham falar da oposição falsidade/sinceridade, porque a sinceridade e a simpatia já fazem parte de uma pessoa, não necessitam de ser forçadas e, isso nota-se bem na cara da pessoa, a verdadeira simpatia é genuína! Em oposição, a falsidade é tão bem trabalhada, que chega a parecer genuína, mas não é! Como se sabe se é simpatia ou falsidade?
Fácil, muito fácil! Nós não precisamos de fazer nada, o destino fá-lo por nós. Um dia, a máscara cairá, e desculpem-me a sinceridade, mas só não a vê que não quer! Não que sejam burros ou estúpidos, nada disso, porque se fosse esse o caso, eu já me sentiria tão estúpida que não fazia outra coisa da vida senão martirizar-me. Não a vemos porque estamos enfeitiçados, bem demais, infelizmente...Mas nada que a vida não resolva. O destino toma conta de nós e, eventualmente abrirá-nos os olhos e tudo se tornará claro e evidente, coisa que aos olhos de muitos já era há muito tempo.
E tudo isto, para desabafar um pouco com os meus leitores e para mostrar que o ser enganado não faz de ninguém estúpido ou cego, simplesmente acontece e não nos podemos castigar por isso, porque a culpa não foi nossa, mas sim da pessoa que pegou na nossa alma e brincou com ela...até um dia!


 
Ser e parecer, aqui está uma imagem que diz tudo!

domingo, 4 de dezembro de 2011

Estou mesmo a precisar de umas férias, mas...

Estou mesmo mesmo a precisar de umas belas férias, mas a faculdade não me quer deixar!
Porquê? Isso gostava eu de saber, mas a única coisa que os professores sabem fazer é despejar centenas e centenas de coisas para fazermos! É trabalhos, é estudar para exames, é uma festa (para eles)!
Mas com trabalhos ou sem trabalhos, o espírito natalício invade-me a cada dia que passa e esse espírito parece fazer com que eu "ignore" essas coisas, momentaneamente...
Nesta altura do ano, apetecia-me uma bela viagem à neve, uma daquelas casinhas pequeninas e acolhedoras (só a imagem que projecto na minha cabeça já me faz viajar por aí além).
O plano alternativo é a nossa casa. Adoro estar em casa, na minha sala e ouvir a chuva lá fora a cair...é tão bommm! Adoro, simplesmente adoro! :)
Mas uma coisa deixo aqui, independentemente dos trabalhos e todas essas coisas que tenha para fazer, nada me impede nem nunca impedirá de desfrutar destes pequenos momentos!
Agora deixo-vos por momentos, com beijinhos muito sweets :)